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Jovem relata sequestro e cárcere privado após sair da escola em Pinhalão; Polícia Civil investiga
Redação InformePolicial
23.MAIO.2019

Relatos da Polícia Militar de Pinhalão dão conta de que uma jovem foi vítima de sequestro e cárcere privado na tarde desta quarta-feira (22), no bairro rural da Lavrinha município de Pinhalão.

Segundo nota da Polícia Militar, a equipe foi solicitada no endereço através do plantão 190. 

A avó paterna da adolescente contou aos policiais que sua neta havia sido seqüestrada no período diurno do 12h00min até às 18h00min.

Ao chegarem no local da ocorrência, os policiais foram abordados pela adolescente acompanhada de sua avó e passou a relatar que saiu da escola por volta do 12h e que três pessoas lhe pegaram e colocaram um pano em seu rosto e fizeram ela desmaiar levando até a casa de um deles no mesmo bairro.

Por volta das 17h30min a jovem acordou e verificou que estava amarrada (suas mãos e também o corpo todo) e que em sua boca estava um pano para que a ela não gritasse para pedir socorro.

Ela contou que escutou sua mãe falar "se minha filha estiver aí vou chamar a policia" mas não conseguia gritar por socorro por estar amordaçada.

Após esse fato, depois de um pequeno intervalo de tempo o adolescente masculino desamarrou a vítima e liberou ela para ir embora, mas a ameaçou  dizendo que iria matar ela e o namorado.

Depois do relato da jovem, a equipe da PM realizou diligencias no intuito de localizar os supostos autores do seqüestro.

Os policiais encontraram os três envolvidos (dois menores: masculino e feminino) e uma mulher.

Ao realizar abordagem nada de Ilícito foram encontrados com eles, questionado sobre o fato os três envolvidos negaram a versão da adolescente.

Todos foram encaminhados para a Delegacia de Policia de Tomazina para esclarecimentos.

O Conselho Tutelar acompanhou todo o procedimento.

Ainda segundo a PM, a vítima apresentou várias versões dos fatos. Ela relatou fatos de diferentes maneiras, para a Policia Militar, para os conselheiros tutelares que acompanham a ocorrência e na unidade policial.

A jovem também não apresenta nenhuma marca, sinal ou lesão que demonstra ter sido vitima de agressão ou seqüestro.

Segundo a polícia, ele estava lúcida, alegre e muito bem arrumada. A jovem ainda apresentou uma lesão antiga, já cicatrizada, dizendo que tal lesão teria sido ocasionada no momento do seqüestro.

A versão dada pelos supostos autores, é de que nem tiveram contato com a suposta vitima, sendo que um deles relatou que nem esteve no Bairro Lavrinha nesta dada, fato confirmado pelas conselheiras.

O boletim de ocorrência foi registrado pela PM e o caso passa a ser investigao pela Políci Civil.

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